Itália

Subiu para oito número de mortos em explosão em prédio na Sicília

Subiu para oito número de mortos em explosão em prédio na Sicília

O número de mortos numa explosão alegadamente provocada por uma fuga de gás na cidade italiana de Ravanusa, na Sicília, subiu, esta terça-feira, para oito, adiantaram as autoridades, acrescentando que ainda está uma pessoa desaparecida nos escombros.

Os bombeiros "encontraram o corpo de uma das duas últimas pessoas desaparecidas", foi anunciado na conta oficial daquela autoridade no Twitter.

De acordo com a imprensa italiana, as duas pessoas que ainda estavam desaparecidas na manhã desta terça-feira eram um homem de 88 anos e o filho de 59 anos.

Também esta manhã, o Papa Francisco manifestou as suas condolências às famílias das vítimas, depois da explosão ocorrida na madrugada de sábado em Ravanusa - cidade com cerca de 11 mil habitantes localizada a sul da Sicília -, que deixou mais de 100 pessoas desalojadas.

O Papa Francisco expressou ainda a sua "gratidão" às equipas de socorro pelas buscas realizadas - dia e noite -, com várias dezenas de bombeiros, apoiados por cães farejadores, no local.

Na segunda-feira, as autoridades italianas recuperaram mais quatro cadáveres dos escombros dos apartamentos afetados.

A explosão, seguida de um incêndio e do desabamento do edifício de quatro pisos, ocorreu às 20.30 horas locais de sábado (19.30 horas em Lisboa).

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Os bombeiros admitiram durante o fim de semana que a explosão pode ter sido provocada por uma fuga de gás e que afetou outras edificações.

"O gás estava provavelmente acumulado numa cavidade. Esta bolsa de gás poderá ter encontrado um 'detonador' acidental: um carro, um elevador, uma aplicação elétrica", comentou o chefe dos bombeiros de Agrigento ao canal Rainews24.

Pouco depois da explosão, o presidente da câmara de Ravanusa, Carmello D'Angelo, apelou a "qualquer pessoa com pás e bulldozers" para que fosse ajudar nos trabalhos de socorro. "Isto é um desastre", disse Carmello D'Angelo.

Cerca de 50 pessoas tiveram de ser realojadas, acrescentou o autarca à Rainews24.

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