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Suporte de vida de Archie já foi desligado

Suporte de vida de Archie já foi desligado

Todos os meios legais foram definitivamente esgotados, pelo que as máquinas que garantiam o suporte de vida do britânico Archie Battersbee foram mesmo desligadas.

Depois de o Supremo Tribunal de Londres ter rejeitado, na sexta-feira, a transferência de Archie Battersbee para uma unidade de cuidados paliativos, os pais do menino de 12 anos, em coma há três meses na sequência de um desafio online que acabou em tragédia, foram informados de que o suporte de vida do filho seria desligado este sábado de manhã, o que veio mesmo a suceder-se, confirmou a mãe, "devastada", à porta do Royal London Hospital.

"A medicação foi-lhe retirada às 10 horas. Os valores permaneceram estáveis até duas horas depois, quando os médicos removeram a ventilação", detalhou uma familiar, também no local. O óbito da criança foi declarado às 12.15 horas.

A família de Archie tinha apresentado na quinta-feira um requerimento para que a criança fosse transferida do hospital onde até agora esteve internada para uma unidade de cuidados paliativos, evitando assim que o Royal London Hospital desligasse o seu suporte de vida. Mas o Supremo negou a mudança, argumentando que o pedido não representava a melhor opção para a criança. A decisão foi tomada, segundo a imprensa inglesa, depois de os médicos que acompanharam o caso terem voltado a alegar que a transferência do menino representaria um "risco significativo" para o próprio.

Archie Battersbee, de 12 anos, foi encontrado inconsciente em casa, com uma ligadura enrolada na cabeça, a 7 de abril, depois de, acreditam os pais, ter participado num desafio online que terminou mal.

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