Brueckner

Suspeito no caso Maddie abusou de filha de ex-namorada na Alemanha

Suspeito no caso Maddie abusou de filha de ex-namorada na Alemanha

Christian Brueckner, apontado como suspeito do rapto da menina britânica Maddie McCan, em 2007, no Algarve, abusou sexualmente da filha de cinco anos de uma ex-namorada na Alemanha.

Brueckner abusou da menina num parque público do norte da Alemanha, em 2013, revela, este domingo, o jornal britânico "The Mail on Sunday". Fotos explícitas da criança foram encontradas na máquina fotográfica e no computador do suspeito, quando a polícia o investigava na sequência de uma queixa por violência doméstica.

Christian Brueckner vivia na cidade de Braunschweig, no norte da Alemanha. Geria um quiosque de venda de bebidas e petiscos quando foi acusado de abuso por uma mulher com quem viveu, identificada por aquele tabloide como Nakscije Miftari.

Nas buscas ao apartamento de Brueckner, a polícia encontrou um computador e máquinas digitais com fotos dos abusos perpetrados contra a menina, filha de uma ex-namorada que já tinha deixado a cidade para outra parte da Alemanha.

Na altura, conta o "The Mail on Sunday", Brueckner fugiu para o Algarve, onde tinha passado várias temporadas desde os anos de 1990. As autoridades germânicas emitiram um pedido europeu de detenção, que chegou a Portugal quatro anos antes de ser detido por exibicionismo num parque infantil a cerca de 40 quilómetros da praia da Luz, de onde desapareceu Maddie McCann, em 2007.

Christian Bruckner, de 43 anos, está detido na Alemanha por ter violado uma mulher norte-americana de 72 anos em 2005 no Algarve, onde viveu entre 1995 e 2007.

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Madeleine McCann desapareceu em 3 de maio de 2007, poucos dias antes de fazer quatro anos, do quarto onde dormia juntamente com os dois irmãos gémeos, mais novos, num apartamento de um aldeamento turístico na Praia da Luz e o seu desaparecimento tornou-se um caso mediático à escala global.

A polícia britânica começou por formar uma equipa em 2011 para rever toda a informação disponível, abrindo um inquérito formal no ano seguinte, tendo até agora gasto perto de 12 milhões de libras (14 milhões de euros) no processo.

A Polícia Judiciária (PJ) reabriu a investigação em 2013, depois de o caso ter sido arquivado pela Procuradoria Geral da República em 2008, ilibando três arguidos, os pais de Madeleine, Kate e Gerry McCann, e um outro britânico, Robert Murat.

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