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Será difícil o terror russo chegar ao fim

Será difícil o terror russo chegar ao fim

Há um mês que a morte, destruição e fome pairam na Ucrânia, de onde já fugiram 3,6 milhões de pessoas. Analistas ouvidos pelo JN concordam que final da guerra pode demorar anos a acontecer.

A incursão russa, que de acordo com o Kremlin tem o objetivo de "desmilitarizar" e "desnazificar" a Ucrânia, tem-se intensificado dia após dia e originou a maior crise de refugiados desde a Segunda Guerra. Mulheres e crianças fogem ao som dos bombardeamentos, sendo que pelo menos 3,6 milhões já procuraram segurança fora do país. Para trás ficam os homens - que ao abrigo da lei marcial devem permanecer no país - cidades devastadas, corpos abandonados e um cenário que dificilmente será recuperado.

Embora as negociações entre os dois países se mantenham, ambos os lados admitem que o fim do conflito será difícil de alcançar: a Rússia tem levado as exigências ao mais alto nível e a Ucrânia insiste em manter a integridade territorial. A resistência de Kiev interceta os desejos de Moscovo, e um consenso poderá demorar anos a ser alcançado. A conclusão é unânime entre os analistas ouvidos pelo JN.

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