Violência

Trabalhador da OMS assassinado no Sudão do Sul

Trabalhador da OMS assassinado no Sudão do Sul

Um oficial de campo da Organização Mundial da Saúde foi assassinado, na segunda-feira, num campo para deslocados no norte do Sudão do Sul, anunciou aquela agência das Nações Unidas.

"A Organização Mundial da Saúde (OMS) expressa o seu profundo choque e tristeza pelo assassínio do seu oficial de campo responsável pela vigilância da poliomielite na cidade de Bentiu, no Sudão do Sul, e condena a morte violenta", diz a organização em comunicado, divulgado esta quinta-feira.

O funcionário da OMS, Daniel Deng Galuak, foi morto por um atacante não identificado numa unidade de saúde no campo para deslocados internos de Bieh, na cidade de Bentiu

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Segundo o comunicado da OMS, ainda não foi esclarecido o motivo do ataque.

"Estamos profundamente chocados pela morte de Galuak. Os nossos corações estão com a sua família neste momento tão difícil e doloroso", disse a diretora geral da OMS para África, Matshidiso Moeti, citada no comunicado.

Para a OMS, a morte do seu oficial de campo é uma "enorme perda", não só para a sua família, mas também para "os esforços da OMS e dos seus parceiros na resposta de emergência sanitária no Sudão do Sul e no importante trabalho de proteger as crianças dos impactos debilitantes e potencialmente vitalícios da poliomielite".

"O acesso aos cuidados de saúde é um direito básico e aqueles que trabalham incansavelmente em muitas partes do Sudão do Sul para fornecer serviços humanitários às populações mais vulneráveis não devem ser alvejados", disse o representante da OMS no país, Fabian Ndenzako.

No Sudão do Sul, Galuak garantia a vigilância da poliomielite, bem como o planeamento e a realização de imunização contra a doença.

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