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Trump tinha birras "aterrorizantes" e acalmava-se ao som de "Memory"

Trump tinha birras "aterrorizantes" e acalmava-se ao som de "Memory"

Stephanie Grisham, antiga porta-voz da Casa Branca durante o mandato de Donald Trump, narra num livro as birras do ex-presidente dos EUA como "aterrorizantes", acalmando-se ao som de "Memory", do musical Cats, segundo citações divulgadas esta quarta-feira.

Num livro intitulado "I'll Take Your Questions Now" ("Agora vou responder às vossas perguntas", em tradução simples), Stephanie Grisham descreve Trump como temperamental, mentiroso, encobridor e sexista.

Porta-voz da Casa Branca, entre julho de 2019 e abril de 2020, Grisham trabalhou como chefe de gabinete da ex-primeira-dama Melania Trump.

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Stephanie Grisham diz que para acalmar a "terrível" raiva do presidente republicano, a Casa Branca contratou uma pessoa para tocar as suas músicas favoritas, incluindo a "Memory", do musical Cats, relata o jornal "The New York Times".

O músico contratado foi apelidado de "Music Man" (O Homem da Música, em tradução simples).

A antiga porta-voz escreve ainda que Trump levou uma funcionária para a cabine do avião Air Force One para ver a suas nádegas, relatou o "Washington Post".

O jornal diário relata também um encontro entre Donald Trump e Vladimir Putin à margem do G20, há dois anos.

De acordo com Stephanie Grisham, o ex-presidente norte-americano disse ao seu homólogo russo na ausência de jornalistas: "Ok, vou ser inflexível consigo durante alguns minutos. Mas para as câmaras. Assim que se desligarem, nós falaremos".

Stephanie Grisham disse ainda que Donald Trump escondeu ter feito uma colonoscopia em 2019.

A porta-voz também conta, segundo citações publicadas pelo "Washington Post" e pelo "The New York Times", uma Melania Trump cada vez mais hostil em relação ao marido, depois de um caso de Donald Trump com uma atriz pornográfica.

De acordo a sua antiga chefe de gabinete, a ex-primeira-dama solicitou, depois do escândalo, para ser acompanhada por um militar atraente, durante as suas aparições públicas, para enfurecer Donald Trump.

Sobre o seu papel numa Casa Branca em que "a desonestidade circulava como se fosse difundida pelo sistema de ar condicionado", Stephanie Grisham escreve, segundo o "The New York Times", deveria ter-se feito "ouvir mais".

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