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Universidade dos EUA acusada de ser fábrica de diplomas

Universidade dos EUA acusada de ser fábrica de diplomas

Uma universidade dos Estados Unidos atribuiu centenas de graus académicos a estudantes estrangeiros, muitos quais russos ou chineses, que não os mereceram, aprovou estudantes que não conseguiam falar Inglês e admitiu vários sem as qualificações devidas.

Situada no coração rural dos EUA, a Universidade do Estado em Dickinson é descrita numa auditoria como uma fábrica de diplomas para estudantes estrangeiros.

A auditoria incidiu sobre o número de estudantes estrangeiros que participaram desde 2003 num programa especial, que os habilitava a ser diplomados pela Universidade de Dickinson e por uma outra do seu país de origem.

Dos 410 que receberam o diploma, 400 não tinham os créditos requeridos ou o trabalho final.

Os acordos com as universidades estrangeiras padeciam de "sérias faltas de controlo e supervisão".

O relatório pode levantar questões sobre até que ponto as universidades norte-americanas, aflitas com falta de dinheiro e quando o apoio estatal ao ensino superior está em declínio, estarão a reduzir exigências para atrair estudantes estrangeiros, que por norma pagam as propinas por inteiro.

Esta realidade é também divulgada quando se verifica um inédito crescimento acentuado de estudantes chineses nas universidades norte-americanas.

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