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Vladimir Putin terá caído das escadas e magoado o cóccix

Vladimir Putin terá caído das escadas e magoado o cóccix

Vladimir Putin terá caído das escadas na residência oficial, em Moscovo. Segundo relatos na rede de comunicações Telegram, o presidente russo bateu com o cóccix no chão.

O canal russo no Telegram "General SVR", que tem revelado alguns alegados problemas de saúde de que padecerá Vladimir Putin, anunciou, esta sexta-feira, que o presidente russo sofreu um acidente doméstico, aparentemente sem consequências graves, na quinta-feira.

Segundo aquele canal, Putin terá caído sete degraus numa escadaria no Kremlin e batido com o cóccix no chão. De acordo com o "General SVR", o presidente russo sofre de "um cancro do trato intestinal" e na queda terá sujado as calças. "O acidente aconteceu em frente a três guarda-costas que ajudaram o presidente a levantar-se. Depois de o sentarem num sofá próximo, chamaram os médicos de serviço na residência" oficial.

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O canal, que diz ter fontes junto dos funcionários próximos de Putin, afirma que os médicos demoraram poucos minutos a chegar. Terão levado o presidente russo para uma casa de banho, onde o limpariam. "Os problemas oncológicos do trato intestinal provocaram uma reação involuntária", adianta o "General SVR".

Putin foi observado e terá sido diagnosticado com "um hematoma no cóccix". Sem nenhum problema grave, participou, a seguir, num encontro com jovens cientistas em Moscovo.

Uma investigação vai tentar apurar o que provocou a queda do presidente russo, de 70 anos, segundo aquele portal. "Putin usa sapatos especiais, mesmo em casa, com uma camada antiderrapante, e as escadas da residência oficial são consideradas seguras", assegura o "General SVR".

De acordo com aquele portal, Putin "também sofre de tonturas, perturbações do sono, dor abdominal e náuseas constantes". Além disso, escreve o "General SVR", o presidente russo tem ataques de tosse frequentes e manifestações de Alzheimer.

A notícia foi replicda em vários órgãos de comunicação social mundiais, com especial relevno nos tabloides britânicos. A revista Newsweek também abordou o assunto, mas não conseguiu obter qualquer reação do Kremlin, que não confirmou nem desmentiu o incidente.

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