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Máscaras distribuídas na Madeira serão de uso obrigatório

Máscaras distribuídas na Madeira serão de uso obrigatório

As máscaras de proteção contra a pandemia de Covid-19 que o Governo da Madeira vai distribuir a partir da próxima semana serão de uso obrigatório, disse esta sexta-feira o secretário regional da Saúde, Pedro Ramos.

Na videoconferência para apresentação do relatório epidemiológico diário da Madeira, o governante destacou que "o Governo Regional tem a responsabilidade de atribuir máscaras de proteção" à população, uma medida que demonstrou ser "positiva e assertiva nesta fase da Covid-19 noutros locais", pelo que este equipamento "vai ser distribuído a partir da próxima semana e vai ser obrigatório".

O governante tinha já referido na quarta-feira que as 250 mil máscaras que o executivo vai receber serão distribuídas pelos CTT.

Na segunda-feira, o presidente do Governo Regional, Miguel Albuquerque, indicou que a maioria das máscaras, que podem ser reutilizadas, está a ser fabricada na região.

"Esperamos no dia 14 ou 15 [de abril] termos já 250 mil máscaras destas, para serem distribuídas pela população. E, numa fase posterior, à medida que as restrições à circulação forem sendo terminadas, penso que podemos aventar um cenário onde o uso da máscara será obrigatório", afirmou.

Na videoconferência de hoje, Pedro Ramos foi questionado pelos jornalistas sobre a postura de pessoas que insistem em promover ajuntamentos e tentam viajar para outro concelho que não o de residência, e considerou serem "casos pontuais".

No primeiro dia da operação "Páscoa em casa", na quinta-feira, a PSP da região mandou 700 condutores regressarem a casa.

"A população tem-se portado muito bem e esses casos são sinal de que a PSP está a fazer o seu trabalho", opinou Pedro Ramos, acrescentando que estas situações não conseguem "denegrir a imagem da postura cívica da população em geral".

Sobre o prologamento do estado de emergência até 1 de maio, hoje anunciado pelo Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, o secretário regional opinou ser uma "decisão sensata e fundamentada por opiniões de especialistas nas áreas da Proteção Civil e Saúde Pública".

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