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27% decidem abortar face a deficiências graves

27% decidem abortar face a deficiências graves

Mais de metade das anomalias congénitas (59%) são detetadas no período pré-natal. Toma de ácido fólico antes da gravidez abaixo do recomendado.

Perante um diagnóstico de malformação fetal grave, 27% dos pais optaram por interromper a gravidez. Quando o quadro clínico indica anomalias cromossómicas, como é o caso da síndrome de Down e outras trissomias, o aborto foi a opção escolhida em 75% dos casos.

Os números constam do último Relatório Nacional de Anomalias Congénitas, referentes a 2016-2017, e pouco diferem do biénio anterior (2014-2015), mas há melhorias a registar. Desde logo, a notificação dos casos por parte dos hospitais, já que a prevalência de anomalias congénitas (161,5 por dez mil nascimentos) mantém-se abaixo do esperado e observado internacionalmente (254 por dez mil nascimentos).

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