Integração

70% dos refugiados não conseguiram arranjar emprego em Portugal

70% dos refugiados não conseguiram arranjar emprego em Portugal

Três anos e meio depois de chegarem a Portugal, Ramia e Alan Grunim ainda lutam para dominar a língua. Vales-lhe viverem em Lisboa, onde comunicam em inglês, não precisam de carro para se movimentar e encontraram apoio da comunidade para reconstruir o sonho de uma vida melhor, depois da que tinham ter sido destruída pela guerra na Síria.

Há meio ano, abriram o Tayybeh, um restaurante de comida síria, que se tornou "máscara de oxigénio" para sobreviver, depois de pequenos empregos temporários e geralmente mal pagos na área informática, explica Alan, 37 anos, engenheiro informático.

São rostos de refugiados que chegaram a Portugal e que contrariam as estatísticas. De acordo com dados avançados ao JN pelo Gabinete da ministra de Estado e da Presidência (GMEP), apenas 227 dos 739 refugiados em idade ativa que estão atualmente no país através de diversos programas e aqui permanecem têm emprego. Ou seja, cerca de 30%. Outras 42 pessoas frequentam formação profissional e 20 estão no Ensino Superior.

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