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A covid-19 e o rasto do vendaval na vida dos profissionais de saúde

A covid-19 e o rasto do vendaval na vida dos profissionais de saúde

Os momentos mais marcantes, os medos, a aprendizagem e, apesar de tudo, as alegrias. Mesmo com reforços, fazem milhares de horas extra. "Não há tempo para suspirar".

Nos ouvidos de Matilde ecoa a pergunta que lhe fazem todos os dias. "Quando vou embora?". Mas agora, quando olha à volta, na enfermaria transformada para receber doentes covid-19, em vez dos seus "velhinhos", tem adultos na casa dos 40 e 50 anos que entraram no hospital pelo próprio pé e que, em pouco tempo descompensaram, ficaram agarrados ao oxigénio, sem autonomia, perdidos. Os internamentos em idades mais jovens são uma realidade imposta pela covid-19 a que não consegue habituar-se.

Matilde, Marina, Ana, Marcela. Quatro mulheres, profissionais de saúde de dois hospitais, falam dos medos, dos momentos mais marcantes dos últimos meses, do cansaço, da aprendizagem, da esperança e das alegrias que as fazem seguir em frente.

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