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A personalidade de Marcelo e a rutura de Ventura

A personalidade de Marcelo e a rutura de Ventura

Há razões diferentes para as escolhas dos portugueses que querem votar em cada um dos candidatos à presidência da República. À esquerda as propostas políticas têm mais peso que à Direita.

Marcelo Rebelo de Sousa e Ana Gomes são os candidatos em que a característica que mais pesa, na hora de decidir o voto, é a personalidade (39% e 38%, respetivamente).

Em Marisa Matias e João Ferreira, são as propostas políticas (33% e 31%). André Ventura é o candidato da rutura (44%). São estas as principais razões para o voto presidencial, de acordo com o barómetro da Aximage para o JN, DN e TSF.

Se o que mais aproxima o atual inquilino de Belém e a sua principal adversária é a personalidade, o que mais os distingue são as propostas políticas, que têm pouco peso entre os marcelistas (12%), mas valem bastante para os apoiantes da socialista (27%). Esta última é, aliás, uma característica comum aos candidatos da Esquerda.

O comunista João Ferreira destaca-se dos restantes por duas outras razões: a origem partidária da candidatura (13%); e a "exclusão de partes", ou seja, numa interpretação livre, ser o menos mau dos candidatos (20%).

Se o atual presidente seria sempre o único que garante continuidade (para 30% dos seus eleitores isso é fundamental), o candidato da Direita radical, André Ventura, é quem melhor representa a rutura (44% apresentam essa razão como primordial para a sua escolha).

Tiago Mayan Gonçalves não foi incluído nesta avaliação, uma vez que a sua base estatística é demasiado pequena.

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