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Adriano Moreira, 100 anos de "inquietação permanente"

Adriano Moreira, 100 anos de "inquietação permanente"

Foi o único ministro de Salazar a liderar um partido em democracia. Homem de "diversas facetas", académico "intelectualmente inquieto" e preocupado com o Mundo e o seu Portugal.

Académico e professor a vida toda, ministro do Ultramar na ditadura de Salazar, presidente do CDS e deputado na democracia que floresceu do 25 de Abril, Adriano Moreira forjou um percurso ecuménico que se espelha nos cargos que ocupou e nas relações que construiu ao longo da vida. Homem de "diversas facetas", como lembra o seu companheiro de partido e amigo Narana Coissoró, Adriano Moreira celebra hoje 100 anos. Um percurso único tornado possível pela sua "inquietação permanente, no mais belo sentido da expressão", diz Isabel Moreira, sua filha, ao JN.

Em 1948, já com provas dadas na academia sobre as relações no Ultramar, Adriano Moreira concorreu a professor na Escola Superior Colonial, atual Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas, onde viria a ser professor catedrático, diretor, presidente do Conselho Científico e precursor de diversas áreas do saber.

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