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Água e parques abalam o domínio sem partilha do PSD em Santa Maria da Feira

Água e parques abalam o domínio sem partilha do PSD em Santa Maria da Feira

Emídio Sousa procura renovação de maioria absoluta para um terceiro mandato. Oposição reclama renegociação de contratos de concessão julgados prejudiciais ao concelho.

Demografia, habitação, mobilidade, emprego, coesão social, administração e organização territorial concentraram as atenções dos candidatos à Câmara de Municipal de Santa Maria de Feira. No debate promovido pelo JN, a concessão da água e do estacionamento no centro histórico da cidade foram os temas mais fraturantes e os que geraram a maior contestação ao social-democrata Emídio Sousa, que aposta num terceiro e último mandato. O candidato do Chega, Miguel Cruz, confirmou a presença e não compareceu, e o do CDS, Alecsander Pereira, não respondeu aos convites.

O território que o PSD domina sem partilha desde as eleições de 1976 é ´o do mesmo município que volta às urnas, a 26 deste mês, para a mais do que previsível reeleição de Emídio Sousa. Alvo da contestação de outros quatro candidatos, como se verificou no debate decorrido, ontem, no Ateneu Comercial do Porto, o autarca "laranja" avisa que "não é fácil gerir" um concelho com a dimensão social e geográfica de Santa Maria da Feira e confia que os feirenses lhe reconhecem "competência". "É isso que está em causa", sublinhou o recandidato, que, em 2017, obteve uma vitória com ampla vantagem sobre a oposição, com 36 383 votos (50,48%) e sete vereadores eleitos.

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