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Ainda não há respostas para a morte de paraquedista

Ainda não há respostas para a morte de paraquedista

Dois meses e meio depois, continua por explicar a morte de um paraquedista num exercício militar em Beja.

A Comissão de Inspeção de Paraquedas do Regimento de Paraquedistas (CIPRP), responsável pelo inquérito à morte do primeiro-sargento Manuel Gonçalves, a 27 de setembro na Base Aérea 11, pediu uma segunda autópsia ao corpo do militar.

Segundo apurou o JN, em causa está o facto da CIPRP, composta por um oficial e dois sargentos, ambos militares SOGA (saltadores operacionais de grande altitude), "não perceber, ou querer perceber, por que razão o o primeiro-sargento Manuel Gonçalves, de 34 anos, não abriu o paraquedas de reserva, ou porque o dito paraquedas não abriu".

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