Covid-19

Alemanha tira Lisboa da lista de alto risco mas mantém o Algarve

Alemanha tira Lisboa da lista de alto risco mas mantém o Algarve

As autoridades alemãs tiraram a Área Metropolitana de Lisboa (AML) da lista de alto risco relativamente à covid-19, mas mantiveram o Algarve, segundo o relatório semanal do Instituto Robert Koch (RKI) divulgado esta sexta-feira.

A manutenção do Algarve na lista de alto risco significa que os viajantes sem a vacinação completa contra a covid-19 que visitem a região são colocados em quarentena de 10 dias à chegada à Alemanha. O período de isolamento pode ser reduzido para cinco dias se for apresentado um teste negativo ao fim do quinto dia.

No dia 13 de agosto, as autoridades alemãs tiraram Portugal, à exceção da Área Metropolitana de Lisboa e do Algarve, da lista de alto risco.

Hoje tiraram também a AML, mas mantiveram o Algarve.

Como regra, desde o início de agosto, todos os viajantes maiores de 12 anos que não tenham recebido as duas doses da vacina contra a covid-19 ou não tenham estado infetados pelo novo coronavírus têm de apresentar um teste negativo ao entrar na Alemanha.

Aos viajantes sem vacinação completa com origem numa das regiões incluídas na lista de 'alto risco' é imposta uma quarentena de dez dias, que pode ser reduzida para cinco dias com teste negativo ao 5.º dia.

A Alemanha registou um aumento moderado, mas contínuo, na incidência de casos de covid-19 desde julho.

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O pico absoluto foi registado em dezembro de 2020, com 196,7 casos semanais por cada 100.000 habitantes.

Depois de manter durante meses o encerramento da vida pública - restauração, cultura e lojas não essenciais -, o nível foi reduzido até atingir, em junho, a incidência média nacional de cinco casos semanais.

A covid-19 provocou pelo menos 4.472.486 mortes em todo o mundo, entre mais de 214,5 milhões de infeções pelo novo coronavírus registadas desde o início da pandemia, segundo o mais recente balanço da agência France-Presse.

A doença respiratória é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detetado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China, e atualmente com variantes identificadas em países como o Reino Unido, Índia, África do Sul, Brasil ou Peru.

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