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Ana Catarina Mendes acusa líder do BE de ter "virado as costas" ao país

Ana Catarina Mendes acusa líder do BE de ter "virado as costas" ao país

A líder parlamentar do PS acusou o BE de "pôr em causa todas as conquistas do país" desde que a Direita deixou o poder, em 2015. Ana Catarina Mendes acusou Catarina Martins de ter a "desfaçatez" de ter "virado as costas aos portugueses" ao chumbar os dois últimos Orçamentos e de "prometer agora o que não quis fazer" nos dois últimos anos.

"É incrível a desfaçatez de Catarina Martins!! Ouvir o seu discurso nos últimos dias e o de hoje é inacreditável! Catarina Martins e o BE desistiram de apoiar o Governo de Esquerda liderado pelo PS e por António Costa já no Orçamento do Estado (OE) de 2021", escreveu a dirigente socialista nas redes sociais.

Ana Catarina Mendes acusou a coordenadora bloquista de ter alterado recentemente o discurso depois de, em 2020 e 2021, ter chumbado dois OE do país: "Catarina Martins virou as costas aos portugueses e promete agora o que não quis fazer nestes dois anos! Inacreditável!", considerou.

"Com medo da partilha do risco da gestão da pandemia, pôs em causa todas as conquistas para o país nestes seis anos. O país precisa de estabilidade política e não de estados de humor de partidos que colocam em causa conquistas decisivas para a vida das pessoas", prosseguiu a dirigente do PS.

No mesmo texto, Ana Catarina Mendes referiu ainda que o seu partido está concentrado em "vencer a pandemia, reforçar os rendimentos, financiar o estado social e ajudar as empresas a criar riqueza para continuar a criar emprego", rumo a um futuro "com mais crescimento, melhores salários e justiça social".

No sábado, em entrevista ao "Expresso", Catarina Martins descreveu o PS como "o único" partido que não se tem mostrado disponível para construir pontes de diálogo. Ontem, em Guimarães, António Costa respondeu dizendo não aceitar "lições" de um partido que chumbou dois OE.

A líder do BE insistiria, horas mais tarde, em reunir com Costa logo após as eleições. Já esta segunda-feira, em entrevista à "renascença", o secretário-geral socialista admitiu conversar com todos os partidos à exceção do Chega.

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