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Ano eleitoral é sinónimo de mais obras das câmaras

Ano eleitoral é sinónimo de mais obras das câmaras

Nove de dez municípios têm mais despesas em ano de autárquicas. Um costume antigo explícito nos orçamentos que visa a reeleição.

Edifícios, estradas, jardins, centros culturais, pavilhões ou relvados. Em ano de eleições autárquicas, a maioria das câmaras investe mais em obras. A tendência não é nova e confirma-se outra vez este ano, a julgar pelos orçamentos municipais de algumas câmaras, sobretudo as de maior dimensão, analisadas pelo JN. São estas, como podiam ser outras, uma vez que a prática é generalizada e já foi confirmada por especialistas que não têm dúvidas: a obra feita visa a reeleição.

Nos orçamentos municipais, os documentos que refletem a previsão anual das despesas e receitas, o gasto em obras localiza-se na rubrica "aquisição de bens de capital", concretamente nos investimentos, que abrangem habitações (aquisição e reparação), edifícios (mercados, escolas e instalações desportivas) ou construções diversas. É na parte das construções que se encontram as obras nos viadutos e arruamentos, bem como parques e jardins.

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