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Antigos guardas prisionais ameaçados de despejo querem continuar nas casas de função

Antigos guardas prisionais ameaçados de despejo querem continuar nas casas de função

Há 35 moradores de 17 casas do bairro do Estabelecimento Prisional de Monsanto, em Lisboa, que estão em risco de ter de abandonar as habitações. Os residentes pedem a alteração à lei, de modo a garantir o direito à permanência nas casas de função até ao fim da vida, e entregaram uma petição com 1115 assinaturas no Parlamento.

Dois guardas prisionais da cadeia de Monsanto deram voz ao drama dos moradores do bairro de Monsanto. Pedem que, após a aposentação, os trabalhadores possam viver, "até ao fim da vida", nas casas onde muitos habitam há mais de 40 anos, mediante o pagamento das rendas mensais. Um direito que defendem ser extensível "até ao último sobrevivente da relação".

Mateus Gonçalves Dias e Rui Jorge Monteiro Correia foram ouvidos, esta sexta-feira de manhã numa audição na Assembleia da República, depois de reunirem 1115 assinaturas numa petição contra uma ordem de despejo que afetará 35 moradores de 17 casas de função no bairro de Monsanto, em Lisboa.

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