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António Costa sob pressão para adotar medidas mais fortes

António Costa sob pressão para adotar medidas mais fortes

Marcelo mantém reserva e só fala após Conselho de Ministros de sábado. Governo ​​​​​​​segue Europa e acelera rumo a restrições duras no pós-calamidade.

Quase oito meses depois, António Costa volta a estar sob pressão para adotar medidas musculadas que consigam travar a multiplicação dos casos de covid que, mais uma vez, tem no Norte o primeiro sinal de alerta nesta segunda vaga. Do recorde de 3960 novos infetados registados na quarta-feira em Portugal, 53% reportam-se àquela região, de onde surgem apelos ao Governo para que se instaure um recolher obrigatório.

Se há 15 dias, em Aljezur, Marcelo Rebelo de Sousa foi o primeiro a equacionar um regresso ao estado de emergência - que constitucionalmente permite ao Governo restringir várias liberdades -, agora é o primeiro-ministro a dar passos nesse sentido: convocou os partidos para sexta-feira em São Bento, antes de um Conselho de Ministros extraordinário no sábado para "tomar novas medidas de controlo da pandemia".

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