Coronavírus

Apelo à abertura de pontos de venda de jornais

Apelo à abertura de pontos de venda de jornais

Perante a probabilidade de Portugal ser o país da Europa com a maior taxa de encerramento de pontos de venda de jornais e revistas, a VASP, uma empresa dedicada à distribuição de publicações, apelou a todas as papelarias, tabacarias e quiosques para manterem os seus estabelecimentos abertos.

Seguindo "a linha de pensamento adotada noutros países europeus fortemente afetados pela Covid-19", que consideraram que os "os jornais e revistas desempenham um papel importante na luta contra esta pandemia", também o Governo português colocou no regime de exceção de encerramento dos estabelecimentos as papelarias, tabacarias e quiosques.

"A procura por produtos de imprensa tem vindo a aumentar significativamente nas últimas semanas" em Itália, França, Espanha e Alemanha, afirma a VASP. Por isso, a empresa apela a todos os agentes e distribuidores "para que mantenham abertos os seus estabelecimentos durante este período crítico da vida do país".

"Melhor esclarecimento da população"

Com os estabelecimentos abertos, justifica a empresa, "estarão a contribuir para um melhor esclarecimento da população" e para o bem-estar dos clientes uma vez que "os irão ajudar a passar o tempo durante o período de clausura forçada no interior das suas habitações".

A par disso, as deslocações para fora das áreas de residência serão evitadas, bem como as visitas ao supermercado "com o único propósito de comprar publicações" e, por fim, estarão a "ajudar todo o setor da imprensa, já muito debilitado, a lutar pela sua sobrevivência e pela manutenção dos postos de trabalho".

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