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Apoio do Estado às refeições escolares vai aumentar, pelo menos, um euro

Apoio do Estado às refeições escolares vai aumentar, pelo menos, um euro

O apoio do Estado Central às refeições escolares vai aumentar, pelo menos, um euro. O compromisso, assumido pela ministra da Coesão Territorial no encontro com o conselho diretivo da Associação Nacional de Municípios Portugueses, deverá subir a comparticipação para os 2,5 euros. Muitos municípios estão com dificuldades em contratar o fornecimento das cantinas para o próximo ano letivo, porque as empresas estão a pedir o dobro do que o Estado paga.

O aumento da comparticipação do Estado Central para as refeições escolares está a ser reivindicado pelos autarcas e tem vindo a ser discutido entre a Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP) e o Governo. Na reunião desta segunda-feira em Coimbra, a ministra da Coesão Territorial, Ana Abrunhosa, deu conta aos membros do conselho diretivo daquele organismo que o Governo está disponível para subir, pelo menos, um euro ao valor pago às autarquias.

Por aluno, a Tutela paga cerca de 1,40 euros às câmaras. Com este aumento, passaria a desembolsar cerca de 2,5 euros, mas há margem para ir um pouco mais além. A ANMP pede três euros. O montante da comparticipação não será fechado no imediato, uma vez que existem, ainda, municípios com processos de contratação das refeições escolares para o próximo ano letivo em curso. Com o disparar dos preços dos combustíveis e dos alimentos e com a subida do salário mínimo nacional, os fornecedores dos almoços para as cantinas escolares já não conseguem fazer o mesmo serviço pelo custo do ano passado. Em boa parte dos casos, estão a pedir mais de três euros por refeição, como noticiou o JN.

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