PSD

As três reformas que Rio quer

As três reformas que Rio quer

O novo líder do PSD defendeu, na noite desta sexta-feira, a necessidade "imperiosa" de o país avançar para três reformas: do sistema político, da Justiça e do Estado.

O novo líder do PSD defendeu, na noite desta sexta-feira, que "não basta a crítica e a lamúria" e que o país precisa de agir. Aproveitando o discurso de abertura do congresso social-democrata, Rui Rio afirmou que é preciso "convocar as pessoas" para três reformas: do sistema político, da Justiça e do Estado.

A reforma do sistema político, defendeu, deve procurar "novas formas de eleição" e, sobretudo, "novas formas de relacionamento". Não porque o atual sistema não funcione, mas porque, nas últimas quatro décadas "tudo mudou e muito se desgastou".

Sobre a reforma da Justiça, o novo líder social-democrata defendeu que são precisos mais meios e maior discrição. " Mais celeridade, mais meios e melhor gestão, melhor qualidade legislativa, melhores conhecimentos técnicos, mais recato, melhor cumprimento do segredo de Justiça, melhor escrutínio democrático e mais transparência", defendeu. Rio afirmou ainda que é preciso "combater a politização da Justiça" e a "judicialização da política". "Há zonas de fronteira que temos de clarificar e marcar muito bem", acrescentou.

Relativamente à reforma do Estado, Rui Rio defendeu mudanças "na forma de governar o estado" e na "otimização dos recursos disponíveis, departamento a departamento". Algo que, admitiu, será "uma tarefa gigantesca". Ainda sobre o capítulo da reforma do Estado, o novo líder do PSD falou na descentralização. "Desconcentração e combate pelo desenvolvimento do Interior", apontou, acrescentando: "Candidatei-me a presidente do PSD porque entendo (...) que teremos de ser nós a procurar sensibilizar a denominada classe política para a necessidade imperiosa de reformas estruturais nas matérias de regime".

Outras Notícias

Outros Conteúdos GMG