Crise climática

Ativistas climáticos querem a proibição de novos aeroportos

Ativistas climáticos querem a proibição de novos aeroportos

Movimento diz que todos os voos de aeroportos nacionais deveriam ter uma taxa de ocupação garantida de 90%.

O Movimento de Justiça Climática sai hoje à rua com a ação "Em Chamas" para reivindicar menos aviões, transição justa para os trabalhadores e mais ferrovia.

Uma ação pacifica de desobediência civil em massa que vai marchar desde o terminal de chegadas do aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa, em direção à rotunda do relógio.

"A solução que propomos, tendo em conta o facto de estarmos em crise climática, não é uma solução que deixa os trabalhadores para trás, antes pelo contrário, temos que criar muito mais empregos do que aqueles que existem sequer neste momento na aviação em Portugal", explica Diogo Silva um dos porta-voz do movimento.

Os ativistas pedem menos aviação que significa a "proibição de novos aeroportos e a proibição imediata de voos domésticos em Portugal continental".

Os voos que existem para o Porto e para Faro "deixariam de existir no imediato e todos os voos que saíssem de aeroportos nacionais deveriam ter uma taxa de ocupação garantida de 90%", protestam.

A aviação provoca 98% de emissões a mais do que a ferrovia e "é um meio totalmente elitista", garantem.

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"A nossa casa esta a arder e o que o governo quer fazer aprovando novos aeroportos e apoiando a expansão da aviação é como numa casa a arder ligar o fogão a gás. Uma atitude contrária àquela que é necessária neste momento, que é apagar o fogo" apelam.

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