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Aula de História sobre neonazis foi parar à net

Aula de História sobre neonazis foi parar à net

Professor de escola de Fafe deu como exemplo militantes do Chega. Pai de aluno gravou e publicou nas redes, o que é ilegal. Escola abriu inquérito.

Um pai gravou parte de uma aula e divulgou-a nas redes sociais, aparentemente por discordar do exemplo que estava a ser dado pelo professor de História, que, a propósito do ressurgimento dos movimentos extremistas, deu como exemplo a adesão de militantes neonazis ao Chega. O partido questionou a Escola Professor Carlos Teixeira, em Fafe, que decidiu abrir um inquérito. Mas a história não acaba aqui. Associações de diretores e de pais e sindicatos de professores defendem que a divulgação de imagens de uma aula, sem a autorização dos participantes, é ilegal e deve dar origem a processo judicial.

O presidente da Associação de Diretores (ANDAEP), dirigentes sindicais e o líder da Confederação de Pais (Confap) condenam de forma unânime o gesto que garantem ser ilegal e passível de queixa judicial contra o pai.

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