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Autarcas apoiam eleição das CCDR como primeiro passo para regionalização

Autarcas apoiam eleição das CCDR como primeiro passo para regionalização

Anúncio feito pelo primeiro-ministro no congresso dos municípios é visto como meio caminho, se trouxer mais competências. Mas há quem fale em "logro".

A eleição indireta das presidências das Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regionais (CCDR) em 2020, anunciada pelo primeiro-ministro, António Costa, como um primeiro passo para o avanço da regionalização, é maioritariamente bem vista pelos autarcas ouvidos pelo JN, já depois do XXIV Congresso da Associação Nacional dos Municípios Portugueses que terminou sábado, em Vila Real. Avisam, no entanto, que a criação de regiões administrativas não deve ser adiada por muito mais tempo.

Na abertura do congresso, na sexta, o presidente da República recomendou que não se desse "um passo mais largo do que a perna" e, no domingo, o primeiro-ministro concordou com Marcelo em deixar o debate das regiões administrativas para depois da conclusão e avaliação do sucesso da descentralização de competências para os municípios, já em curso. Porém, António Costa garantiu que quer "reformar já no primeiro semestre de 2020 as CCDR", através da "eleição indireta dos seus presidentes pelo conjunto dos autarcas destas regiões".

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