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Autarcas do Interior apertam malha para evitar contágios com vinda de emigrantes

Autarcas do Interior apertam malha para evitar contágios com vinda de emigrantes

Autarcas oferecem testes, fecham piscinas e parques de campismo e impedem festas. Medo da nova variante justifica cautelas.

O regresso dos emigrantes este verão está a gerar preocupação e pedidos de cautela entre os autarcas do Interior do país, sobretudo de regiões onde a variante delta ainda não se impôs e o número de novos casos de covid não limita o quotidiano das populações, ao contrário do que sucede em quase toda a faixa litoral. São "bem-vindos", mas é preciso cumprir regras e, se possível, vir já com a vacinação completa. Sem controlos na fronteira terrestre e com a maioria a chegar de automóvel, há câmaras, como Fundão e Oleiros, que vão distribuir testes rápidos pelas aldeias. As romarias estão proibidas e há espaços públicos fechados como forma de evitar concentrações.

O presidente da Comunidade Intermunicipal das Terras de Trás-os-Montes, Artur Nunes, admitiu que não há medidas concertadas e específicas para os emigrantes, ainda que tenham tomado decisões para evitar possíveis contágios, como a proibição de autorizar a realização de eventos, atividades ou manifestações de qualquer ordem em espaços abertos, vias públicas ou espaços e vias privadas equiparadas a vias públicas até 30 de setembro.

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