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Bacalhau e doçaria mantêm Portugal sempre por perto no Sagres

Bacalhau e doçaria mantêm Portugal sempre por perto no Sagres

"O barco vai de saída", cantava Fausto Bordalo Dias numa das suas célebres canções sobre viagens marítimas. A letra descreve essas façanhas como aventuras "p"ra lá da loucura", onde não faltam "mágoas", "perigos e sobressaltos". Para os superar a todos, qualquer embarcação precisa de uma tripulação capaz e o Sagres não foge à regra. Sem ela, esta viagem de circum-navegação não passaria de uma ideia arrojada; e, para manter as forças, os marinheiros requerem uma alimentação suficientemente revigorante, que os ajude e ultrapassar os desafios que o mar coloca.

Rúben Gonçalves é um dos cinco cozinheiros responsáveis por cumprir essa missão. Revela que a ementa durante a viagem não vai fugir muito do habitual. E incluir pratos como peixe frito com arroz de tomate, febras com batata frita, bacalhau, legumes salteados, arroz de peixe ou jardineira.

"Dividimos a equipa e uns fazem o retém [reserva pronta a servir] para o dia seguinte, de modo a mantermos tudo orientado. Os outros confecionam o pequeno-almoço. Quando é ovos ou bacon, demora mais; quando não é, damos leite, café, chouriço e fiambre", revela o cozinheiro que, a bordo, também tem a função de socorrista.

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