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Barracas nas praias cada vez com menos procura

Barracas nas praias cada vez com menos procura

No Norte do país, onde a tradição do uso de barracas de praia foi sempre mais forte, principalmente como forma de abrigo das nortadas, o negócio já conheceu dias melhores. No geral, a procura tem decrescido.

"É um negócio que tem vindo a decrescer ao longo dos anos. Este ano, quem montou diminuiu muito o número de barracas, também por falta de gente para trabalhar", aponta o vice-presidente da Associação de Concessionários de Praia da Zona Norte, Vítor Gonçalinho, que constata essa realidade sobretudo no concelho de Matosinhos, com exceções, por exemplo, em praias como as de Leça e do Marreco (Lavra), onde se mantêm a trabalhar dois funcionários antigos. Embora com menos barracas, quando comparado com anos anteriores.

"Dos anos 1990 para 2000, o negócio caiu acentuadamente. Antigamente, as pessoas vinham do Interior, de autocarro, e alugavam barracas, para ficarem o dia todo e proteger-se. Mas houve uma mudança de hábitos: agora, vêm de carro, e conseguem ver a meteorologia antes. Se estiver encoberto, já não vêm", explica Vítor Gonçalinho, que é concessionário no concelho de Matosinhos.

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