Reportagem

Cada vez mais portugueses fazem funerais ao animal de estimação

Cada vez mais portugueses fazem funerais ao animal de estimação

Há cada vez mais donos a fazer cremações individuais e cerimónias fúnebres. Cinzas são entregues aos proprietários.

Na hora da morte do "melhor amigo", são cada vez mais os donos que procuram os crematórios em vez de enterrar o cadáver num quintal, prática que representa um risco para a saúde pública e dá multa. Jorge Cid, bastonário da Ordem dos Médicos Veterinários, aponta para vários perigos associados ao enterro. A contaminação dos lençóis freáticos pelo cadáver ou a propagação de doenças para outros animais que o desenterrem estão entre as possíveis consequências.

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