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Caloiros escolhem Católica por "vocação" e "devoção"

Caloiros escolhem Católica por "vocação" e "devoção"

Alunos do primeiro curso privado do país elogiam ranking e "comunicação" da faculdade.

"Como se sente, sr. António?", pergunta um médico a um paciente acamado. "Muito mal", responde o doente. Este seria um diálogo banal num hospital se o "sr. António" não fosse, na verdade, um robô. Será aqui, no Centro de Simulação Médica do Hospital da Luz, em Lisboa, que os 50 alunos do recém-criado curso de Medicina da Universidade Católica (UCP) - o primeiro privado do país - vão dar os primeiros passos rumo à profissão. Muitos poderiam entrar em qualquer universidade, mas escolheram esta. Uns pelas "portas" que ela pode abrir, outros por convicções religiosas.

Tomás, de 19 anos, seguiu Medicina por "vocação". Fala ao JN com luvas de látex sujas de uma tinta vermelha a simular sangue: "Estive a fazer um parto com a senhora Ana, que é um manequim", revela. "Estou a experienciar a vida real da forma mais próxima possível. Estou a adorar".

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