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Câmaras pedem nomes de funcionários em greve

Câmaras pedem nomes de funcionários em greve

Na sexta-feira, várias autarquias pediram nomes de quem não foi trabalhar e houve SMS de diretores. Lei prevê cinco dias para justificar.

Mais de uma dezena de câmaras municipais de norte a sul do país pediram aos agrupamentos escolares, na passada sexta-feira, o nome dos assistentes operacionais que estavam a fazer greve. O pedido apanhou de surpresa os coordenadores de agrupamentos que, maioritariamente, optaram por não responder. Esta segunda-feira, a Federação Nacional dos Sindicatos dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais vai pedir esclarecimentos à Associação Nacional de Municípios e denunciar o caso à Inspeção-Geral da Educação.

"É uma clara violação da Lei da Greve querer saber, no próprio dia, o nome de quem está em greve e pode ser entendido como uma forma de pressionar e de incutir medo de represálias junto dos grevistas", afirmou ao JN Artur Sequeira, líder da Federação. Dezenas de autarquias aceitaram a proposta do Governo de gerir o pessoal não docente nos estabelecimentos de ensino da sua área.

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