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Câmaras travam centenas de pedidos para espetáculos de pirotecnia

Câmaras travam centenas de pedidos para espetáculos de pirotecnia

A recuperação da atividade da pirotecnia em Portugal não está a correr como esperado para os empresários de um setor que, antes da pandemia, empregava 1200 trabalhadores, em cerca de 60 pequenas e microempresas, as quais faturavam cerca de 40 milhões de euros por ano.

Apesar de as encomendas de comissões de festas de todo o país estarem já aos níveis dos anos anteriores à pandemia, principalmente neste mês de agosto, os recentes alertas e proibições decretados pelo Governo deixaram um rasto de desconfiança.

Para os empresários, as câmaras municipais, que foram agora incumbidas de competências de licenciamento de espetáculos de fogo de artificio, não estão a ajudar à retoma. "Há dezenas de espetáculos de festas recusados por autarquias. Quase que arriscava dizer que são centenas. Se incluirmos os que foram cancelados por decreto governamental, quando são lançados os alertas, são certamente centenas", afirma ao JN o empresário de pirotecnia Pedro Gonçalves, membro da direção da Associação Nacional de Empresas de Pirotecnia e Explosivos (APIPE).

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