Eleição presidencial

Centenas de polícias garantem segurança dos boletins de voto

Centenas de polícias garantem segurança dos boletins de voto

Cerca de 500 elementos da PSP e da GNR foram mobilizados ao longo da última semana. Agentes e militares recolheram, separaram, distribuíram e transportaram boletins.

Centenas de elementos das forças de segurança estão mobilizados para garantir a segurança do ato eleitoral marcado para este domingo. Já ao longo da última semana, cerca de 500 agentes da PSP e militares da GNR estiveram envolvidos no processo relacionado com o voto antecipado, sendo responsáveis pela recolha, separação e transporte dos boletins desde o local onde o eleitor votou até ao concelho onde se encontra recenseado. Milhares de quilómetros foram percorridos pelas viaturas policiais para, a título de exemplo, levar boletins de voto de Lisboa a Bragança.

Os boletins que no domingo serão utilizados pelos eleitores foram transportados até aos locais de voto pelas forças de segurança, numa operação já usual sempre que tem lugar um ato eleitoral. Os polícias também estarão integrados, ao longo de todo o dia, na manutenção da segurança do ato eleitoral e, depois de encerradas as urnas, no transporte dos boletins para cada uma das câmaras municipais onde decorrerá a contagem dos votos.

Milhares de votos transportados pelas forças de segurança

O trabalho da GNR e da PSP no âmbito da eleição do presidente da República prolongou-se, contudo, pela última semana. No domingo passado, já foram os elementos das forças de segurança que garantiram os boletins utilizados para o voto antecipado em mobilidade. "As tarefas executadas pelos militares passaram pelo levantamento e distribuição dos boletins de voto e restante material eleitoral e entrega nas câmaras municipais, bem como, após o voto antecipado, proceder à sua redistribuição em função do município de destino do boletim de voto", esclarece a GNR. O mesmo foi feito, neste sábado, com os boletins de voto antecipado em confinamento.

Também a PSP explica que a operação relacionada com a eleição do presidente da República "requereu o envolvimento de cerca de duas centenas de polícias" para garantir a "segurança dos boletins de voto desde os pontos de recolha até cada concelho do continente e das regiões Autónomas", assim como na "recolha, separação e transporte dos boletins de voto na modalidade antecipada desde o local onde o inscrito votou até ao concelho onde se encontra recenseado". Essa tarefa incluiu os votos de presos, doentes, utentes de lares e eleitores em isolamento profilático.

PSP e GNR asseguram que, apesar da mobilização de cerca de 500 elementos, o trabalho realizado durante o ato eleitoral "não prejudica a execução de qualquer outra competência", nem "compromete a restante atividade operacional".

PUB

Mais Notícias

Outros Conteúdos GMG