Covid-19

Centros de vacinação fecham cinco dias no Natal e Ano Novo

Centros de vacinação fecham cinco dias no Natal e Ano Novo

Os centros de vacinação vão parar a sua atividade no período de Natal e Ano Novo. De acordo com a Direção-Geral da Saúde (DGS), os encerramentos decorrem entre os dias 24 e 26 deste mês e 31 de dezembro e 1 de janeiro. Na quinta-feira, dia 23, os centros de vacinação "estarão dedicados, em exclusivo, à Casa Aberta para pessoas com 65 ou mais anos".

O esclarecimento da DGS surge após informações de uma paragem maior neste período festivo. Ao início da manhã, o presidente da USF - Associação Nacional revelou ao JN ter sido comunicado às Administrações Regionais de Saúde e aos Agrupamentos de Centros de Saúde, pela task-force da vacinação, uma paragem entre os dias 23 a 26 de dezembro e 30 a 2 de janeiro.

Sendo que, como explicava Diogo Urjais, os centros que assim o entendessem poderiam abrir nos dias 23 e 30 de dezembro. A DGS veio esta tarde comunicar que o encerramento é então de cinco dias.

Descanso necessário

Esta paragem nos próximos dois fins de semana havia já sido sinalizada, no passado sábado, pelo secretário de Estado da Saúde, António Lacerda Sales, justificando tanto com os 2,3 milhões de portugueses com dose de reforço, e igual número de imunizados contra a gripe, como com o merecido descanso dos profissionais. "Por uma questão de respeito, é importante que os profissionais de saúde possam ter este descanso", dizia então o governante, em Gondomar.

Para Diogo Urjais, "é um bom sinal dado pelo Governo aos profissionais, há um ano dedicados a esta causa, num reconhecimento do esforço desempenhado". Lembrando aquele responsável que "há profissionais com 600, 700, 800 horas extraordinárias na vacinação e que estão cansados".

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O presidente da USF-AN sublinhava a "elevada taxa de vacinação, com 80% dos utentes com mais de 80 anos com dose de reforço", sendo que "em qualquer faixa etária os números são elevados". Diogo Urjais acrescentou que a "adesão nesta época do ano seria inferior". De resto, garantia, tudo seguirá os trâmites normais, "com os centros no início de janeiro na capacidade máxima".

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