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Chicão denuncia "campanhas internas desde o primeiro momento" para o derrubar

Chicão denuncia "campanhas internas desde o primeiro momento" para o derrubar

Francisco Rodrigues dos Santos garantiu, este domingo, que o partido conseguiu um resultado eleitoral acima das expetativas e contra os críticos internos, que acusa de andarem há dois anos a fazerem campanha para o derrubarem da liderança do CDS-PP, "para benefício pessoal".

Contra tudo e contra todos, o CDS-PP, nas eleições autárquicas de 26 de setembro, conseguiu "o melhor resultado da última década". É essa a posição que Francisco Rodrigues dos Santos deixou, este domingo, ao Conselho Nacional dos centristas, que se reúne em formato online. O líder do CDS-PP sente, assim, que "cumpriu o dever" e em melhores condições para orientar o partido rumo ao poder nas legislativas, ao contrário de Nuno Melo, que atacou, em conferência de Imprensa, sem nunca o nomear.

É que, segundo Francisco Rodrigues dos Santos, o resultados das autárquicas, em que o CDS-PP "foi imprescindível e importantíssimo" para a conquista de capitais de distrito, provam que os críticos internos estavam errados.

"Os resultados foram notáveis. O CDS demonstrou uma extraordinária prova de vida e vitalidade nestas autárquicas", afirmou o líder do CDS-PP, defendendo que se o partido seguisse a estratégia dos críticos internos não estaria no poder em autarquias como Lisboa, Porto, Coimbra e Funchal.

Mais, Francisco Rodrigues dos Santos acusa os críticos internos de até terem tentado prejudicar esses resultados eleitorais "para benefício pessoal", dizendo que, enquanto andava na rua a fazer campanha pelas autárquicas, os seus opositores andavam no terreno a fazer tudo para o derrubar.

"Estas eleições provaram as campanhas internas constantes que existiram dentro do CDS desde o primeiro momento em que fui eleito", acusou, atirando Nuno Melo, que, no sábado, apresentou a sua candidatura à liderança do partido, para um "regresso ao partido" que o país já não quer. "Este é um tempo de anseio por novos rostos por frescura, por inovação, por mudança. A política faz-se de cores, não se faz a preto e branco. Não é um tempo de regresso aos erros do passado", atirou, para concluir: "Comigo, o CDS nunca será um partido de grupos".

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