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Combater a doença sem olhar ao défice

Combater a doença sem olhar ao défice

O combate à pandemia deve estar no topo das preocupações do Governo em 2021. Perante cinco tarefas elencadas para os próximos meses, foi apontada como "prioridade máxima" por 85% dos inquiridos, com destaque para os que têm mais de 65 anos (92%), de acordo com a sondagem da Aximage para o JN, DN e TSF. Onde não há urgência é na redução do défice orçamental (52% acham importante mas não prioritário).

Com apenas um ponto de diferença (84%), surge logo a seguir o investimento no Serviço Nacional de Saúde, destacando-se os inquiridos mais pobres (98%) e as mulheres, com mais oito pontos percentuais do que os homens. Em terceiro lugar nas prioridades para 2021 está o combate à pobreza (79%), de novo com os mais velhos, os mais pobres e as mulheres entre os mais empenhados. São 18% os que não atribuem prioridade a este objetivo.

O fortalecimento da economia recolhe apenas 69%, destacando-se os eleitores liberais, sociais-democratas e socialistas. Entre os 26% que consideram este objetivo importante mas não prioritário, destacam-se os habitantes da região do Porto.

Fora das preocupações da maioria está a redução do défice orçamental: apenas 38% acham que há "prioridade máxima" (com destaque para o Norte e os eleitores do Chega), enquanto 52% a consideram importante mas não prioritária (os mais jovens e os mais ricos, e os bloquistas e comunistas).

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