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Comércio obrigado a ter alternativas a sacos e a cuvetes de plástico

Comércio obrigado a ter alternativas a sacos e a cuvetes de plástico

Supermercados já disponibilizam embalagens de papel ou reutilizáveis. Clientes podem levar os seus recipientes.

A partir de hoje, os pontos de venda a granel nas lojas de retalho têm de disponibilizar aos consumidores alternativas reutilizáveis para acondicionamento de produtos de panificação (como pães e bolos), frutas e hortícolas. Se não for possível, diz a lei, terão de ter alternativas feitas de um único material que não seja plástico. A partir de junho de 2023, os sacos ultraleves e cuvetes de plástico descartáveis serão proibidos.

As grandes cadeias de retalho asseguraram, ao JN, já estarem preparadas e até se anteciparam à lei. No Pingo Doce, por exemplo, "desde 2020" que são disponibilizados "sacos reutilizáveis em poliéster para acondicionamento de fruta e legumes vendidos a granel". Na secção de padaria, são privilegiados sacos de papel.

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