Matemática A

"Comparando com os dos outros anos, o exame continua no mesmo registo"

"Comparando com os dos outros anos, o exame continua no mesmo registo"

Beatriz Silva, aluna do 12.º ano, saiu sorridente dos portões da escola Secundária de Santa Maria Maior, em Viana do Castelo, mas o sorriso não significa satisfação com o exame de Matemática que acabou de fazer. "Correu mais ou menos. Foi um bocadinho complicado com algumas perguntas", disse, considerando que "comparando com os dos outros anos, [o exame] continua no mesmo registo".

"Saiu a matéria que estava à espera. A mesma que saiu nos outros anos. Saíram as probabilidades, sucessões, geometria e complexos", descreveu, acrescentando que "alguns exercícios foram fáceis, menos o último, que era mais puxadinho. Esse não fiz, não consegui". "Gostava de ter uma nota de 15 para cima, mas acho que não vou conseguir, considerou, concluindo: "Achei o exame médio para o difícil, mas eu também podia ter estudado mais".

Junto aos portões da escola, após o toque do meio-dia, que assinalou o fim do exame, já com a meia hora de tolerância, os alunos aglomeraram-se a trocar impressões e alguns a fumar. Encostada ao muro, Eva Oliveira, aluna do 12.º ano, fumava, com ar triste. "Não me correu bem. Estudei, mas não estava suficientemente preparada para o exame. Para o ano estamos aqui outra vez", comentou, acrescentando: "Sinto-me desiludida, mas foi mesmo problema meu, não foi o exame que foi difícil".

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Entre os rapazes, Gonçalo Viana, que saiu de enunciado na mão, considerou que poderá "ter uma nota positiva". "Correu bem, mas achei um bocado difícil. Houve ali uma parte da matéria que eu não estava à espera que saísse, logo trigonometria que eu não gosto muito", comentou.

Já Mafalda Mota classificou o exame como "dos mais simples".

"Já tinha feito alguns exames de anos anteriores, de 2018 e do ano passado, e achei este até bastante acessível", disse, comentando: "Correu bem, mas nunca estamos tranquilos. Isso só quando recebermos as notas. Espero que dê para uma nota alta. Ter positiva não chega", concluiu.

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