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Comunicações suportaram tráfego sem bloquear jogos e streaming

Comunicações suportaram tráfego sem bloquear jogos e streaming

A Associação dos Operadores de Comunicações Eletrónicas (APRITEL) assegura que as redes foram reforçadas e lembra que já aguentaram o aumento de utilização registado no primeiro confinamento.

Apesar de o decreto no novo estado de emergência prever que, em último caso, se as telecomunicações estiverem sobrecarregadas, os operadores poderão barrar o acesso ao consumidor comum a serviços de elevado consumo, como o streaming da Netflix ou do Youtube ou os jogos online das consolas como a Playstation, a APRITEL refere que tal já estava previsto no primeiro confinamento, em março do ano passado.

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"Com a pandemia, e especialmente durante o confinamento, todos os consumos dispararam e tivemos a prova concreta da resiliência, alta capacidade e qualidade das redes de comunicações portuguesas", recorda Pedro Mota Soares, secretário-geral da APRITEL.

Os dados da associação revelam que o tráfego de dados fixos e de dados móveis aumentou mais de 50% naquele período e as redes, afinal, aguentaram.

"O setor reforçou as comunicações, especialmente para assegurar os sistemas de saúde e outras funções críticas do Estado, assegurou-se o reforço de rede para as famílias que tiveram de trabalhar e estudar a partir de casa e para as empresas e serviços públicos que tiverem de acelerar o seu processo de digitalização", explica o responsável.

Pedro Mota Soares considera, por isso, normal que o Decreto n.º 3-A/2021 inclua "regras excecionais, que permitam dar prioridade à continuidade da prestação dos serviços críticos, essenciais no contexto atual em que vivemos, e garantir que os serviços, em geral, não tenham falhas". Em princípio, ninguém ficará sem os momentos de lazer online.

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