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Consumo de carne com forte quebra por medo do cancro

Consumo de carne com forte quebra por medo do cancro

A venda de carnes processadas diminuiu 30% nos últimos seis meses. O desemprego no setor está a alastrar e muitos técnicos de carne optam por emigrar.

A quebra começou assim que a Organização Mundial da Saúde (OMS) passou a classificar as carnes processadas - fumadas, curadas, salgadas ou às quais foram acrescentados conservantes - na categoria de substâncias cancerígenas, considerando que estes alimentos têm um papel no surgimento de cancro no intestino.

Nutricionistas e produtores desdobraram-se em desmistificar o alerta, fazendo referência sempre às quantidades ingeridas, mas a notícia da OMS é que teve impacto junto dos consumidores.

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