Legislativas 2022

Costa não diz com quem quer convergir: "Portugueses é que põem cartas na mesa"

Costa não diz com quem quer convergir: "Portugueses é que põem cartas na mesa"

O líder do PS voltou, esta quarta-feira, a enviar farpas ao PSD e a Rui Rio. Durante a tradicional descida da Rua de Santa Catarina, no Porto, António Costa acusou os sociais-democratas de não revelarem o que realmente defendem e de terem "cartas escondidas na manga". Manteve o tabu sobre o que fará caso vença sem maioria e deixou um apelo: "Votem, votem, votem!".

"Afirmamos com clareza ao que vamos, não há cartas escondidas na manga", afirmou o secretário-geral socialista no dia em que o seu partido recebeu a maior onda de apoio da campanha até ao momento. "Agora, os portugueses têm de decidir se querem voltar a recuar com o PSD ou continuar a avançar com o PS", considerou.

Costa, que começou a campanha eleitoral a pedir uma maioria absoluta mas que, nos últimos dias, deixou cair esse apelo e passou a centrar o seu discurso no "diálogo" com todos os partidos, voltou a colocar nos portugueses o ónus sobre os moldes em que a governabilidade será conseguida.

"No dia 30, os portugueses põem as cartas na mesa, dizendo quem ganha, quem perde, como ganha e quem tem mandatos, de forma a podermos trabalhar com todos para construirmos uma solução sólida para a próxima legislatura", frisou.

Costa considerou que o voto no PS é "certo e seguro", uma vez que o país sabe o que o partido defende: "Connosco não há nenhum programa escondido, todos conhecem o nosso programa", afirmou, comprometendo-se a continuar a aumentar o salário mínimo e os restantes salários, a reforçar as pensões e a consolidar o SNS. Em troca, pediu apenas: "Votem, votem, votem!.

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