Debate quinzenal

Costa tem "muita esperança" que não haja greve a exames

Costa tem "muita esperança" que não haja greve a exames

O primeiro-ministro admitiu, esta quinta-feira, ter "muita esperança" de que a paralisação dos professores não passe de um pré-aviso de greve aos exames nacionais, no dia 21 de junho.

António Costa defendeu a "abertura do Governo" para discutir as exigências da Fenprof e da FNE. Mas se correr mal o diálogo, avança um decreto de serviços mínimos.

Após ser confrontado pela líder centrista Assunção Cristas, com o anúncio de greve feito pela Federação Nacional da Educação (FNE) e a Federação Nacional dos Professores (Fenprof), Costa disse ter "muita esperança que haja condições para que o pré-aviso de greve não se configure numa greve".

O socialista admitiu que um acordo "é sempre melhor do que o confronto" mas salientou que o Governo tem de "gerir os recursos dos contribuintes colocados à disposição do Estado".

Caso a greve se verifique, Costa sublinhou que "a conflitualidade social faz parte da vida democrática" e que "a lei prevê a existência de serviços mínimos". Porém, "quero crer que haverá sucesso", concluiu, depois de Cristas ter apelado à tranquilidade nos exames.

Uma das reivindicações da Fenprof e da FNE é o descongelamento de carreiras para todos professores no início de 2018.

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