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Costa usa fórmula de sempre para tentar agarrar BE e PCP

Costa usa fórmula de sempre para tentar agarrar BE e PCP

Esquerda traça leis laborais e aumentos salariais e de pensões como linhas vermelhas para discutir Orçamento do Estado de 2021. Primeiro-ministro reserva PSD para acordos de regime.

Com cerca de quatro meses de atraso em relação às reuniões de anos anteriores, António Costa arranca esta quarta-feira com os habituais encontros com a Esquerda em São Bento com vista a conseguir garantir os votos favoráveis para o Orçamento do Estado (OE) para 2021. O primeiro-ministro não antevê "divergências suficientes" que travem um entendimento igual aos dos últimos cinco anos, apesar de ainda estar fresco o voto contra do PCP no Orçamento Suplementar. E do aviso do BE de que, desta vez, "não pode ser só conversa".

Numa equação onde o PAN também entra - e que não faz parte da agenda oficial -, o primeiro-ministro reserva o PSD só para acordos em grandes "matérias", que exijam "um amplo consenso" - mesmo que os ex-parceiros da "geringonça" digam que o PS anda próximo dos sociais-democratas.

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