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Cristas: "O que foi aprovado não acrescenta 1 cêntimo ao Orçamento"

Cristas: "O que foi aprovado não acrescenta 1 cêntimo ao Orçamento"

Assunção Cristas explicou que o Governo está a "dramatizar" e a criar "uma crise que não existe" porque o que foi aprovado foi o reconhecimento do tempo "justo" de progressão na carreira dos professores.

A líder do CDS-PP explicou aos jornalistas, em conferência de imprensa, esta sexta-feira, que "o que foi aprovado [relativamente à progressão na carreira dos professores] não acrescenta um cêntimo ao Orçamento", portanto, resumiu Assunção Cristas, "não há nenhuma proposta irresponsável" dos partidos de Direita que viabilizaram a proposta com o PCP e o BE.

"Não viabilizámos nenhum calendário para pagamentos, porque a nossa posição é a mesma desde sempre. O que foi aprovado não trouxe nada de novo", insistiu a líder do CDS-PP, que acusou o Governo de ter "montado uma fantochada para se vitimizar, encenado um golpe e tentar reescrever a História".

"O que o Parlamento aprovou foi relativo ao tempo de congelamento da carreira dos professores, que era de sete anos de acordo com o branqueamento feito desde o Governo de José Sócrates, que considerámos ser outro. Não foi aprovado o pagamento desse tempo", esclareceu.

Acusando o Executivo socialista de "desonestidade política e intelectual" para "atirar areia para os olhos do povo", Cristas desafiou o Governo a apresentar uma moção de confiança, pois "o CDS está sempre preparado para eleições".

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