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Cultivo na horta. "Ao fim do mês nota-se no orçamento familiar"

Cultivo na horta. "Ao fim do mês nota-se no orçamento familiar"

Há quem não dispense a ida diária à horta urbana da Quinta da Armada, mesmo à chuva.

Deolinda Carvalho, com 54 anos, é filha de pais lavradores, mas desde que casou, há 30 anos, e foi viver para a cidade de Braga, deixou de mexer na terra. O contacto com o mundo rural regressaria apenas em 2016, altura em que a Junta de S. Victor abriu as portas da horta urbana da Quinta da Armada. Nesse ano, Deolinda estava desempregada e, além de uma ocupação, deixou de gastar tanto dinheiro com legumes, hortaliças, fruta ou até ervas aromáticas. É que naquele pequeno talhão, nasce de tudo.

"Temos tomilho, orégãos, cebolinho, alecrim, moranguinhos, couves, coração, penca, alho-francês, brócolos e até conseguimos dez quilos de batata-doce", descreve Deolinda, orgulhosa do terreno que vai plantando com a ajuda do marido, Carlos Costa, "que não percebia nada, porque era da cidade", mas agora é o primeiro a ir à Internet pesquisar "algumas coisas, como o período das gestações".

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