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Faltam mil das 5197 camas prometidas para o Superior até ao fim de 2021

Faltam mil das 5197 camas prometidas para o Superior até ao fim de 2021

Ministério prevê que sejam intervencionadas 4180 camas em alojamento estudantil até ao final deste ano. Retoma do ensino presencial, regresso dos internacionais e procura na 1.ª fase preocupam associações académicas.

Do total de 5197 camas que deveriam reforçar a oferta de alojamento no Ensino Superior até ao final do ano, um quinto ficará por abrir. Ao JN, o Ministério da Ciência e Ensino Superior prevê que, "face ao início" do Plano Nacional para o Alojamento no Ensino Superior (PNAES) e "até final de 2021, 4180 camas tenham sido intervencionadas". Se a pandemia tirou, no ano passado, pressão sobre os estudantes deslocados, com a implementação do ensino híbrido, a retoma do ensino presencial, o regresso dos alunos internacionais e a forte procura na 1.ª fase do concurso de acesso estão a preocupar as associações académicas, sabendo-se agora que contarão com menos 1017 camas do que o inicialmente previsto.

Ao abrigo do PNAES, o parque residencial deveria ter aumentado em 2492 camas no ano passado; e em 2705, neste ano. O JN solicitou à tutela a execução dos referidos dois anos, mas não obteve respostas. Ficando também por saber quantas das 4180 camas são novas ou requalificadas. Em outubro, no Parlamento, o ministro Manuel Heitor revelava faltar um terço das camas anunciadas para 2020. Atrasos relacionados com a "alteração do regulamento de gestão da Fundiestamo ou a falta de candidatos a concurso". A que também não é alheia a pandemia, condicionando a atividade do setor da construção civil.

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