O Jogo ao Vivo

Recolher obrigatório

Tarde de silêncio no país todo mas com algumas vozes de revolta

Tarde de silêncio no país todo mas com algumas vozes de revolta

Um pouco por todo o país, as principais ruas e artérias que, em situações normais, têm muito movimento, estavam hoje quase desertas. Assim foi o primeiro sábado com recolher obrigatório às 13 horas.

Comércio de Bragança fecha portas antes da hora

Ruas e praças desertas era o cenário na cidade de Bragança cerca de meia hora depois de ter entrado em vigor o recolher obrigatório. Os comerciantes das lojas do centro histórico começaram a fechar portas ainda antes das 13 horas e as poucas pessoas que ainda se avistavam nas ruas andavam com passo apressado, dirigindo-se para casa após uma manhã de trabalho. "Vou para casa. Estive a trabalhar e agora vou direta para casa, como dizem que tem que ser. Se tem que ser, tem que ser e as coisas não estão boas para se andar muito cá fora", explicou Maria Silva, que tinha saído para comprar alguns bens de primeira necessidade que lhe tinham faltado.


Só farmácias escapam ao recolher em Braga

Poucos carros na estrada, lugares de estacionamento vazios e ruas desertas no centro histórico de Braga. Quinze minutos depois das 13 horas, já se sentia o cumprimento do recolher obrigatório, com poucas pessoas a circularem entre a Avenida da Liberdade e a Rua do Souto, as principais zonas de comércio. Os poucos cidadãos que se viam na rua regressavam às viaturas com passo apressado e mãos ocupadas por sacos de compras. Os cafés e esplanadas, também, não extravasaram os horários e, apenas, as portas das farmácias se viam abertas, para lá das 13 horas.

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Nas ruas de Barcelos só a chuva

Ao início desta tarde, Barcelos cumpria a medida decretada pelo Governo e muito poucas eram as pessoas que faziam "companhia" à chuva, que começou a cair na cidade ainda durante a manhã. O silêncio no centro da cidade contrastava com o reboliço vivido ainda durante o período da manhã, com o mercado a céu aberto, no "Campo da Feira", ou as lojas ainda abertas à espera de clientes.

Ao início da tarde, pelas principais artérias da cidade, apenas eram visíveis alguns carros. Pessoas, só uma ou outra, de longe a longe, e em passo apressado, porque a tal chuva ainda por aí andava. Locais como a Avenida da Liberdade, o "Jardim Velho" ou o Largo da Porta Nova estavam sem movimento.


Centro de Famalicão deserto

O centro da cidade de Famalicão está ao início da tarde deste sábado, deserto. Cafés, pastelarias e lojas de venda de roupa, louca, acessórios encerradas. Durante o périplo que o JN fez cruzou- se apenas com meia dúzia de pessoas que saíam do trabalho. O frenesim deu lugar ao silêncio, quebrado apenas por alguns carros que ainda circulam numa das avenidas principais.

Um centro urbano sem gente e sem barulho que contrasta com os sábados "normais", a normalidade passa por ver pessoas a passear ou às compras, e pelos carros que não param de transitar. Além das ruas do centro da cidade, também os principais acessos à cidade não parecem os mesmos, porque o número de veículos é escasso. Quase não há trânsito, como também se pode constatar na EN206, que liga Famalicão/Guimarães.


Castelo Branco sem vida

É como que uma cidade sem vida. Alguns minutos depois do encerramento do comércio e hipermercados, ainda se via algum movimento em Castelo Branco. Pessoas na rua ou carros em circulação. As 14 horas, só as gasolineiras, farmácia de serviço e minimercados permaneceram abertos sem expectativas de grande procura. O centro da cidade, conhecido pelos cafés com esplanada, estava vazio.


Viana do Castelo: vento, chuva e recolher obrigatório

Pelas 14.20 horas, a cidade de Viana do Castelo estava deserta, com as principais ruas e praças vazias. De movimento, só o vento e a chuva miudinha. E o barulho das gaivotas. Por vezes, passava um ou outro carro, ou via-se alguém a caminhar apressado.


Manhã de trânsito em S. João da Madeira

Pouco depois das 14 horas de hoje, o cenário de vazio nas principais ruas de S. João da Madeira, cidade abrangida pela medida de recolher obrigatório, já era evidente e contrastava com uma manhã carregada de trânsito numa corrida contra o tempo que se fez de compras. As vias mais movimentadas do concelho, desde a Avenida da Liberdade à Avenida Renato Araújo, e até mesmo no centro pedonal, estão desertas.


Mercearia na Feira de portas abertas para "não ficar para trás"

A cidade da Feira está sitiada. O movimento de viaturas é esporádico, os estabelecimentos estão fechados e são raras as pessoas que se aventuram numa qualquer deslocação pela rua. Mas há exceções. As luzes reluzentes do reclame da Mercearia Bonzão, na Rua Comendador Sá Couto, sobressaem do cenário atípico e inanimado da tarde de sábado e a porta aberta dá o sinal à clientela para ali fazer as suas compras, como sempre aconteceu ao longo dos mais de 20 anos de existência deste estabelecimento.

Habituado a enfrentar tempos difíceis, ditados pelo surgimento das grandes superfícies comerciais, o proprietário, Jorge Araújo, não se deixa intimidar pela pandemia, mas mostra-lhe o necessário respeito e cumpre com as regras. "Decidimos estar abertos, porque somos obrigados pela atual situação de crise e concorrência" e por isso, realçou o comerciante, "quem fica para trás não sobrevive".

"De manhã trabalhou-se muito bem, de tarde vamos ver", afirmava Jorge Araújo, não mostrando desânimo perante um cenário em que a clientela ia surgindo a "conta-gotas". Por estes dias as encomendas têm aumentado e a tarde é também aproveitada para fazer as entregas, em casa dos clientes.

Jorge Araújo diz que "devia ser sempre assim". "Todos os estabelecimentos, sem exceção, deviam fechar portas às 13 horas de sábado e só abrir na segunda-feira, mesmo sem pandemia".

Contudo, "não o podemos fazer, porque temos as grandes superfícies sempre abertas", justificou o comerciante, mostrando-se mais temerário aos efeitos deste tipo de concorrência no seu negócio do que da pandemia.


Castelo de Paiva sem vivalma

Pouco depois de o relógio da torre da Igreja Matriz de Sobrado, em Castelo de Paiva, ter marcado as 13 horas, já quase não se via vivalma no centro da vila, em torno da qual se concentra grande parte do comércio e serviços. Cafés, restaurantes e lojas fecharam para cumprir a determinação do Governo. No Largo do Conde quase não circulavam pessoas.


Penafiel sem a habitual azáfama

Cerca das 15 horas deste sábado e duas horas depois do recolher obrigatório imposto para este fim de semana, a cidade de Penafiel estava praticamente deserta. A cidade que, dizem os populares, tem um shopping ao ar livre, tinha quase a totalidade do comércio encerrado (portas abertas só naqueles que têm autorização do Governo), não tinha os habituais clientes a percorrer as ruas e faltava a azáfama habitual de fim de semana.


Paredes sem movimento

Cerca das 15 horas de hoje, a cidade de Paredes estava deserta. Na principal avenida da cidade, os carros que se viam estavam estacionados. O movimento de carros e pessoas era quase inexistente.


GNR de Fafe com "atitude de sensibilização"

Às 13 horas, os fafenses começaram a confinar. A tarde, marcada pela chuva, trouxe uma cidade quase deserta. A GNR tem montada uma operação de fiscalização com muitos militares na rua. "Estamos a ter uma atitude mais pedagógica, de sensibilização, e as pessoas estão a acatar", referiu, ao JN, o capitão Ricardo Portal, comandante do Destacamento de Fafe da GNR. Além do trânsito de pessoas e veículos, estão também a ser fiscalizados os estabelecimentos que não podem estar abertos.


Cabeceiras de Basto com "dois carro numa hora"

A chegada a Cabeceiras de Basto já induz o que lá íamos encontrar. A A7 tinha muito pouco trânsito, e essencialmente de pesados. À chegada à vila, chuva persistente, nevoeiro, e ruas desertas. Na Praça da República, que acolhe o Mosteiro Beneditino de São Miguel de Refojos, não se via ninguém. Depois, um olhar mais atento permitiu descobrir um dos moradores da praça à janela. "Estou aqui há uma hora e vi passar dois carros", disse, ao JN. Um sábado à tarde onde, por norma, se passeia na bela praça do coração da vila tudo estava fechado, esplanadas arrumadas e um silêncio que nos transporta para algo fora do quotidiano cabeceirense. Nas entradas da vila, a GNR realizava operações para perceber se aqueles, poucos, que circulavam de automóvel tinham justificação para tal. Tudo tranquilo, e um respeito pelo confinamento que apraz registar às autoridades.


Mondim de Basto: até a Senhora da Graça se recolheu

Nos cerca de 20 quilómetros que separam Cabeceiras de Mondim de Basto, através de uma estrada serpenteada, apenas nos cruzamos por uma carrinha de transporte de medicamentos urgentes. O destino era a farmácia de serviço na vila transmontana. Uma das poucas portas abertas num centro deserto. Nem da praça central da vila se avistava o alto da Senhora da Graça, encoberto pelo nevoeiro, como uma certa ordem divina para o recolhimento caseiro. Em frente ao edifício dos Paços do Concelho uma padaria aberta. "De manhã trabalhamos bem mas à tarde não se fez nada", confessou, ao JN, o proprietário do espaço. Mondim de Basto está a viver uma situação nova, já que durante vários meses foi apontado como um exemplo de um concelho que estava limpo de covid. Foram meses a fio sem qualquer caso detetado mas o último mês e meio veio alterar essa situação. "Experimentei hoje estar aberto à tarde mas manhã já não abro. Não anda ninguém na rua", constatou.


Celorico de Basto

Final de tarde triste, como o tempo. Chuva, nevoeiro, muito fumo a sair das chaminés das casas e o centro de Celorico de Basto sem gente. Exceção feita aos trabalhadores de uma empresa que trata de instalar as iluminações natalícias. Estabelecimentos fechados, uma padaria com um cliente à porta e o senhor José Barroso a passear de guarda-chuva na mão. "Não consigo estar em casa. Sei que não anda ninguém na rua, moro perto, e vim à rua arejar um pouco. Quando voltar a casa é pera ver o jogo de Portugal", disse, antes de seguir caminho com a máscara bem colocada. Em Celorico de Basto o confinamento está a ser respeitado e a GNR anda na rua a verificar se tudo está na ordem.


Centenas de cadeiras vazias ocupam centro histórico de Guimarães

Logo que a igreja da Oliveira deu as 13 horas e os estabelecimentos do centro histórico de Guimarães começaram a fechar, despontou a desoladora imagem preenchida por centenas de cadeiras sem gente.

Onde num sábado habitual se misturavam jovens e turistas em longos convívios, agora só há cadeiras e um silêncio prolongado. As mesas e cadeiras do Largo da Oliveira e Praça de S. Tiago estão assim "porque não podem estar amontoadas", à luz do regulamento para esplanadas no centro histórico, dizia o dono de um dos restaurantes que acabara de fechar.

São dezenas de portas fechadas, sobretudo de bares e restaurantes, num centro histórico classificado como Património da Humanidade pela UNESCO em 2001 e que chegou a ser apelidado de galinha dos ovos de ouro da cidade. Antes de fecharem, pouco depois das 12.30 horas, os comerciantes e empresários da restauração manifestaram-se em frente à Câmara de Guimarães como forma de mostrar que estão contra a obrigatoriedade de encerramento durante a tarde, ao fim de semana.

Fora do Centro Histórico, no largo do Toural, o cenário era o mesmo. Tudo vazio, com exceção de dois taxistas dormitantes e o camião do lixo. A "sala de visitas" da cidade servia de passagem para alguns carros, poucos, e nada mais. Das autoridades, no centro da cidade, nem sinal.


Vila do Conde é cidade fantasma

Comércio fechado, ninguém nas ruas. Vila do Conde está assim desde as 13 horas. Depois de uma manhã de corrida aos hipermercados, com filas nas lojas das principais cadeias de distribuição, à hora do almoço a cidade cumpriu as recomendações do governo e refugiou-se em casa.

As lojas fecharam as portas - até mesmo padarias e minimercados -, não há polícia nas ruas, mas, numa volta pela cidade, os que andam cá fora contam-se pelos dedos de uma mão. Um ou outro, passo apressado, a caminho do trabalho ou de algum afazer inadiável. Nada mais. Aos sucessivos apelos, juntou-se a chuva, que parece ter dado o empurrão final, e, com uma tarde, de verdadeiro inverno, a cidade está em confinamento.


Muito comércio de Aveiro nem de manhã abriu

As ruas da zona histórica de Aveiro, habitualmente cheias de vida durante o fim de semana, estão desertas na tarde deste sábado. E, mesmo durante a manhã, foram poucas as pessoas que saíram à rua. À exceção de uma manifestação organizada pelos empresários de restauração, que terminou às 12.55 horas, o movimento na cidade era diminuto. Os cafés que estiveram abertos poucos clientes tinham. E os restaurantes optaram, na sua maioria, por nem abrir portas, tal como algumas lojas de comércio local. Ao bater das 13 horas, os poucos transeuntes recolheram a casa, restando de portas abertas apenas os serviços essenciais permitidos. A cidade ficou mergulhada em silêncio.


Em Matosinhos, só breves saídas

Com as pessoas confinadas em casa, a Avenida da República, em Matosinhos, muda de figura. No cruzamento com a Avenida Serpa Pinto, quase não se vê ninguém, tirando um ou outro caso isolado, de alguém que saiu para um passeio abreviado. Na Rua de Brito Capelo, o metro continua a funcionar. Mesmo sem gente nas ruas, a Polícia Municipal está de prevenção. Na Rua Heróis de França, típica pelos restaurantes, os estabelecimentos de restauração estão encerrados. Impera o silêncio. No local, próximo da mar e da praia, só se vão ouvindo as gaivotas


Em Gaia, só se passeia o cão

Na Avenida da República, em Gaia, as carruagens do metro circulam quase vazias. As estações estão desertas. Com o cair da tarde e o tempo chuvoso, as pessoas recolhem-se cada vez mais em casa. No centro da cidade, nas proximidades da Câmara Municipal, ainda sem chuva e enquanto não escureceu, houve quem tivesse aproveitado para desentorpecer as pernas e passear o cão. Mas foram exceções, pois a Avenida da República está sem gente.


São Brás de Alportel em silêncio mas com revolta

Ainda não eram 13 horas e já São Brás de Alportel estava em silêncio. Os moradores recolheram a casa e vários restaurantes e estabelecimentos comerciais anteciparam a hora de encerramento, deixando a vila algarvia praticamente deserta. As poucas viaturas a circular faziam-no para chegar e não para sair. O vazio era apenas quebrado pelos poucos que, às janelas e varandas, diziam estar "revoltados" com a medida que consideram "injusta" para o concelho, que tem 27 casos ativos, a maioria relacionada com o Lar da Santa Casa da Misericórdia. A partir de segunda-feira, São Brás de Alportel deixará de ser o único concelho algarvio na lista de risco elevado. Junta-se a Faro, Tavira, Albufeira, Vila Real de Santo António, Portimão, Lagos e Vila do Bispo.


Chuva e recolhimento deixam Beja vazia

De manhã, a cidade teve algum movimento em particular na zona do Castelo, uma vez que no Largo de Santo Amaro decorre o mercado semanal dos produtores locais. Se o recolher obrigatório já levaria, por si só, a que as pessoas de Beja e do concelho tivessem que ficar em casa, depois das 14 horas a chuva apareceu e deixou a cidade ainda mais deserta e os estabelecimentos de portas fechadas.

A exceção são dois estabelecimentos de venda de produtos alimentares destinados a cidadãos indianos e paquistaneses, e meia dúzia de cidadãos, trabalhadores agrícolas destes dois países, a deslocarem-se aos mesmos. Na Praça de Táxis, cinco profissionais do volante "aguardam" por clientes que não aparecem.


A tarde caiu deserta sobre a cidade de Vila Real

Ouvir o chilrear dos pássaros, à tarde, junto à Capela Nova de Vila Real, não é de todo uma normalidade. Este sábado foi, como anormal foi todo o ambiente citadino, de repente calado pelo recolher obrigatório a partir das 13 horas.

Estranha ausência, quase completa, de movimento de pessoas e carros. De onde a onde lá assomavam um ou outro, certamente por obrigação de saídas de casa integradas nas exceções que o Estado de Emergência concede.

De resto, alguns trabalhadores em ação nas obras da Avenida Carvalho Araújo, farmácias abertas mas com pouca freguesia, pequenas mercearias praticamente às moscas, montras às escuras, e muitos, mesmo muitos, lugares disponíveis para estacionar. Em suma, uma cidade quase fantasma.

O silêncio ecoa em Santo Tirso

O simples barulho da porta do carro a fechar-se ecoava pelo Largo Coronel Baptista Coelho, a meio da tarde de sábado, despido de gente e de qualquer trânsito automóvel - como toda a cidade de Santo Tirso, que se esvaziou de vida e ficou deserta. Como se fosse o cenário de uma cidade-fantasma. Vazias, algumas cadeiras das várias esplanadas mantiveram-se nos seus postos, como se esperassem os clientes que, na primeira tarde de recolher obrigatório, nunca chegaram. Um pouco adiante, na habitualmente movimentada Rua de Sousa Trêpa, sobrava vazio e ouvia-se um silêncio apenas cortado pelos próprios passos ou pelas folhas secas a rebolar no chão: o comércio manteve-se fechado, e na rua não se avistava vivalma. O mesmo se repetia mais à frente, na Praça Conde S. Bento, e até à zona do tribunal e à Avenida Sousa Cruz, enquanto os semáforos insistiam em disciplinar um tráfego inexistente. Por mais voltas que se desse, Santo Tirso era apenas uma cidade vazia: pouquíssimos veículos a circular e ainda menos pessoas.


Até a EN14 deixou de ter movimento

A sempre congestionada EN14 e a também movimentada EN104 eram estradas quase vazias a partir do início do recolher obrigatório, fosse no centro da Trofa ou nas freguesias em redor. A Rua Conde de S. Bento, a principal artéria comercial da cidade, também se esvaziou de gente e de carros - a entrecortar o silêncio, apenas o matraquear de uma máquina de costura que a meio da tarde operava no interior de uma pequena loja de arranjos. Quem precisasse de seguir pela saturada EN14, em direção à Maia ou a Famalicão, não encontraria o normal entrave do trânsito: afinal, a cidade tinha parado a partir da hora do almoço, e o número de veículos a circular passou a ser residual. Um cenário que se repetia no complicado cruzamento da Carriça, no Muro, e na zona da Ribela, já na Maia. Neste concelho, até a concorrida rotunda junto ao Mercado do Castêlo da Maia estava descongestionada, e, na zona industrial, o nevoeiro que se adensou a partir das 16.30 horas tornou ainda mais dantesca a visão de ruas, freguesias e cidades inteiras desertas, quase fantasmas.

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