Calor

De norte a sul: um fim de semana de junho que parece agosto

De norte a sul: um fim de semana de junho que parece agosto

Miniférias misturadas com calor levaram milhares de banhistas à costa. Comerciantes das praias satisfeitos.

Areal composto e gente a banhar-se. Esplanadas de cafés e restaurantes cheias. O bom tempo atraiu este sábado banhistas a Vila Praia de Âncora como num dia de verão. E nem a bandeira amarela içada e o vento que se levantou da parte da tarde desmobilizaram os veraneantes. Os comerciantes naquela concorrida zona balnear esperam retomar as enchentes típicas dos tempos anteriores à pandemia.

Foi assim nesta praia do concelho de Caminha, assim foi neste fim de semana prolongado e quente em todo o litoral, com muita gente nas praias, conforme constatou o JN, do Alto Minho ao Algarve. As temperaturas vão continuar este domingo entre os 30 e os 40 graus e os banhos de mar andarão entre os 17 e os 20 graus, segundo os dados do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).

"As expectativas são ótimas. Este ano contamos que o fluxo de clientes seja superior ao de outros anos, que venha para níveis de 2019, antes da pandemia", declarou o empresário de restauração, Vítor Fonseca, com estabelecimento aberto na primeira linha de praia de Âncora.

No almoço deste sábado, o último grupo de clientes no seu restaurante levantou-se da mesa cerca das 17 horas. "Estes dias estão fantásticos. Tirando a "nortadazinha" que se faz sentir, o fluxo de gente já se nota", comentou. Vítor acredita que "se o tempo ajudar, vai ser um verão muito bom".

Com os dois fins de semana prolongados de junho, Hélder Pereira, sócio de uma das concessões da praia de Vila Praia de Âncora, encara este arranque da época balnear com expectativa elevada. "Está a começar bem. Está muita gente, muitos estrangeiros. Os dias estão bons, está a ser excelente", admite o empresário, com negócios ainda na área do alojamento, também com resultado para já "muito positivo".

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Clientes não faltavam este sábado nas esplanadas junto à praia da Barra, em Ílhavo. Centenas de pessoas circulavam ao início da tarde no paredão, principal porta de entrada no areal, colorido como habitualmente por uma gigantesca mancha de chapéus que se amontoam próximo do mar, como acontece tipicamente no verão.

Um quadro igualmente pintado, por exemplo, na praia de Matosinhos e nas restantes do Grande Porto, na Nazaré, Costa da Caparica ou na costa Algarvia, para onde centenas de milhares de portugueses "escaparam" para umas miniférias.

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